Paulistano, com 22 anos, dedicou seus poucos anos de vida à luta da juventude e da classe trabalhadora. Inicia sua militância no movimento estudantil a partir de 2003, ao começar a cursar o Ensino Médio no CEFET-SP (Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo). Nesse mesmo ano, ingressa no PSTU e participa de várias manifestações contra a guerra no Iraque.
No ano de 2004, participa ativamente das manifestações contra o aumento das passagens do transporte público e em defesa do passe-livre para estudantes e desempregados. Nos marcos dessa luta, organiza manifestação com mais de 300 estudantes dentro de sua escola, aproveitando a presença na escola da ex-prefeita Marta Suplicy, para exigir o passe-livre estudantil à prefeita.
Em 2005, é uma destacada liderança do movimento em apoio à greve das escolas e universidades federais. Organiza um comitê de greve dos estudantes no CEFET-SP e é eleito para o Comando Nacional de Mobilização dos Estudantes, que se organizou na UnB (Universidade de Brasília) em apoio à greve.
Ingressa no curso de serviço social na PUC-SP em 2006 e nesse mesmo ano já participa das mobilizações estudantis nessa universidade. Durante a crise financeira que se instaurou na PUC-SP em 2006, quando a Universidade demitiu 30% dos professores, foi parte das manifestações estudantis em apoio à greve dos professores.
Em 2007, é uma das lideranças estudantis que impulsiona a ocupação do prédio da reitoria da universidade, em protesto à aprovação do projeto da reitoria chamado “Redesenho Institucional”. Após a invasão da polícia no prédio da reitoria, que retirou à força os estudantes ocupados, é um dos estudantes sindicados pela Reitoria, em retaliação à ocupação.
A partir de 2008, se dedica a construir um Congresso Nacional de Estudantes - alternativo aos fóruns da UNE -junto a centenas de outros estudantes de todo o país e participa da sua Comissão Organizadora. O CNE se realizou em junho de 2009 no Rio de Janeiro e contou com mais de 2000 estudantes de todo o país. Bruno fez parte da comissão de estudantes que sistematizam as propostas apresentadas durante o Congresso e, na plenária final do Congresso, faz a defesa da proposta de fundação da ANEL (Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre!), uma nova entidade nacional do movimento estudantil, proposta aprovada pela maioria dos estudantes presentes.
Desde então, vem se dedicando à construção da entidade no estado de São Paulo e foi um dos organizadores da 1ª Assembléia Estadual, realizada em março de 2010, atividade que reuniu cerca de 180 estudantes paulistas e que votou a “Campanha em defesa da educação”.
Além da ANEL, faz parte da Executiva Estadual da CONLUTAS-SP e organizou a delegação estudantil do Estado de São Paulo para participar dos Congressos da Conlutas e de Unificação da Classe Trabalhadora.
A candidatura de Bruno é um instrumento em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade e em defesa da juventude trabalhadora.